Descoberto o 1º dino 100% chileno
O Atacamatitán chilensis, um gigantesco herbívoro que habitou o norte de Chile há 100 milhões de anos, é a primeira espécie de dinossauro exclusivamente chilena, diz estudo de restos encontrados na década passada publicado nos Anais da Academia Brasileira de Ciencias.
Revelado maior dino carnívoro do Brasil
A divulgação de quatro trabalh
os paleontológicos, na manhã d e ontem, dá a dimensão da dive
rsidade da fauna brasileira no Cretáceo - entre 65 ...
O Museu de Zoolo
Museu da USP expõe crânio de dino brasileiro
gia da Univers
idade de São Paulo (USP) vai e xpor o crânio de 120 milhões d
e anos de um titanossauro, des coberto em 2008 no município ...
Descoberto o mais antigo dino carnívoro
Paleontólogos e geólogos da Ar
gentina e dos Estados Unidos a
nunciaram a descoberta do mais antigo dinossauro carnívoro j á encontrado, no lado ...
- 07/12/10 - 09:33
por AE Livro em HQ de Dino Buzzati é lançado no País
Em 1969, o italiano Dino Buzza
ti já era um escritor consagra do, autor de volumes como "O D
eserto dos Tártaros" (sua obra -prima), " As Montanhas ...
- 07/12/2010 - 00:00
por Ubiratan Brasil O mito de Orfeu revisto por Dino Buzzati
Em 1969, Dino Buzzati cobriu a
Bienal de Arte de São Paulo c omo jornalista. Uma experiênci
a que não passou despercebida pois, em uma entrevista ...
- 11/11/10 - 15:09
por Luiz Zanin Oricchio - O Estado de S. Paulo Dino de Laurentiis deixou uma marca forte na história do cinema
Morreu nesta quinta-feira, 11,
em Los Angeles, o mitológico produtor italiano Dino de Laur entiis. Tinha 91 anos e morava havia muito tempo nos ...
- 11/11/10 - 10:39
Morre produtor de cinema italiano Dino De Laurentiis--mídia
O produtor cinematográfico ita
liano Dino De Laurentiis, prem
iado com o Oscar e responsável por filmes como "Serpico", "T
rês Dias de Condor Condor" ... - 11/11/10 - 10:30
Dino de Laurentiis morre aos 91 anos
O italiano Dino de Laurentiis,
célebre produtor de diretores do cinema italiano, morreu ne
sta quinta-feira em Los Angele s, nos Estados Unidos, ...
Descoberta na China nova
espécie de dinossáurio
gigante
Uma nova espécie na ligação evolutiva entre dinossáurios e aves foi encontrada na
China (Mongólia interior) –
o Gigantoraptor erlianensis - em rochas com 85 milhões de anos (Cretácico superior).
O importante da descoberta
reside no tamanho deste animal – oito metros de comprimento e 1.4 toneladas de peso.
É um animal surpreendente porque na linha evolutiva dos dinossáurios para as aves se pensava,
e todas as formas
encontradas até agora o comprovavam, que existiria uma redução no tamanho entre os dinossáurios
e as aves: o
Gigantoraptor erlianensis é o exemplo contrário.
Filogeneticamente (ao nível do parentesco) o Gigantoraptor erlianensis é um dinossáurio que
pertence grupo
Oviraptorosauria - grupo de dinossáurios com penas que raramente ultrapassavam os 40 kg. Existiria
assim uma ainda maior diversidade morfológica do que até agora se pensava.
Só por si esta nova “aquisição” paleontológica seria motivo de notícia; mas as novidades não ficam por aqui.
Segundo os autores, que efectuaram análises aos tecidos ósseos preservados, este animal apresentava
uma taxa de crescimento mais rápido do que os seus “primos” tiranossáurios norte-americanos –
Albertosaurus eGorgosaurus. Mais uma das dezenas de boas-novas paleontológicas que chegaram da China
nos últimos 20 anos.
Museu da Lourinhã apresenta fósseis do maior dinossauro carnívoro terrestre conhecido
O Museu da Lourinhã exporá até ao final do mês a maxila do maior dinossauro carnívoro
terrestre conhecido, o "torvossauro tanneri", um achado de um jovem holandês que andava
a fazer prospecção nas arribas do concelho. A maxila possui 63 centímetros de
comprimento e vários dentes, cada um deles com 20 centímetros, pertencentes a um animal
de 11 metros de comprimento e duas toneladas, muito idêntico ao "tiranossaurus rex" do Cretácio Superior.
Trata-se do maior dinossauro carnívoro terrestre alguma vez encontrado no mundo, que viveu no Jurássico
Superior, uma vez que o crânio a que pertenceria a maxila teria cerca de 158 centímetros, sendo superior a
um outro dinossauro da mesma espécie encontrado anteriormente nos Estados Unidos (com 118 centímetros).
O achado foi divulgado hoje pelo Oertijd Museum, um museu localizado em Boxtel, cidade do sul da Holanda,
que adquiriu uma réplica do crânio a que corresponderia a maxila encontrada.
A reconstituição desta parte do esqueleto foi efectuada por Aart Wallen, um holandês que colabora com o
Museu da Lourinhã na construção de réplicas e que é o pai do jovem Jacob Wallen, que em 2003 fez a descoberta.
"Ambos estavam a fazer prospecção nas arribas do concelho e foi mesmo o filho que encontrou um pequeno vestígio
que, ao ser escavado, se revelou como a maxila do crânio de um torvossauro",explicou à Agência Lusa a conservadora do
museu, Carla Abreu, mostrando-se satisfeita pelo achado ter sido doado à instituição.
A descoberta destes fósseis é encarada como um grande contributo para a ciência, já que permite mais uma vez
aos investigadores afirmar que "os continentes [europeu e americano] estavam próximos e havia uma distribuição da
fauna muito idêntica no que agora é a América e a Península Ibérica". Carla Abreu explicou que "as formações geológicas
[da costa portuguesa] são muito idênticas à formação de Morrisson", perto do Texas.
Lourinhã mostra réplicas de dois dinossáurios portugueses
O Museu da Lourinhã, conhecido pelas descobertas de dinossáurios, vai expor pela primeira vez réplicas
completas de dois animais do jurássico que foram encontrados no concelho, mostrando os esqueletos
de pé como se estivessem vivos.
"É a primeira vez que mostramos dois dinossáurios portugueses montados em posição de vida, até aqui
tínhamos mostrado apenas uma réplica de um dinossáurio norte- americano", afirmou hoje à Lusa Octávio
Mateus, paleontólogo e investigador do
Museu da Lourinhã.
"O esqueleto mostrado assim é mais visível e educativo do que os ossos originais que temos no
museu e que são de difícil interpretação",
acrescentou. O trabalho de montagem das réplicas completas dos Lourinhanosaurus Antunesi e do Dacentrurus
Armatus, duas espécies do período do jurássico superior (com 150 milhões de anos), demorou entre dois a três
anos a realizar, adiantou o paleontólogo.
Segundo Octávio Mateus, "os esqueletos encontrados na Lourinhã são em geral incompletos e para
reconstituirmos os animais inteiros tivemos que nos basear em conhecimentos de anatomia e
comparar com outros animais parecidos,
foi um trabalho muito demorado".
"Primeiro foi preciso fazer os moldes dos originais que temos no museu e depois todo o trabalho
construção do restante esqueleto, e no final, a montagem", especificou. As duas réplicas vão ser
mostradas em tamanho real na sala
de paleontologia do Museu da Lourinhã a partir do dia 26 de Maio após uma sessão de apresentação pública.
O Lourinhanosaurus Antunesi é uma espécie única no país e foi descoberta na Lourinhã, nos anos 80. Trata-se de um
dinossauro
carnívoro e bípede, que pode atingir os 8 metros de comprimento. O Dacentrurus Armatus era um
dinossauro herbívoro
e quadrúpede, atingindo os 5 metros de comprimento, possuía placas dorsais, espinhos na ponta da cauda e ombros.
É uma espécie mais comum em Portugal existindo também em Espanha, França e Reino Unido.
O Museu da Lourinhã
tornou-se conhecido por ter sido encontrado neste concelho um ninho com ovos contendo embriões de dinossáurios
únicos na Europa.
Armatus, duas espécies do período do jurássico superior (com 150 milhões de anos), demorou entre dois a três
anos a realizar, adiantou o paleontólogo.
Segundo Octávio Mateus, "os esqueletos encontrados na Lourinhã são em geral incompletos e para
reconstituirmos os animais inteiros tivemos que nos basear em conhecimentos de anatomia e
comparar com outros animais parecidos,
foi um trabalho muito demorado".
"Primeiro foi preciso fazer os moldes dos originais que temos no museu e depois todo o trabalho
construção do restante esqueleto, e no final, a montagem", especificou. As duas réplicas vão ser
mostradas em tamanho real na sala
de paleontologia do Museu da Lourinhã a partir do dia 26 de Maio após uma sessão de apresentação pública.
O Lourinhanosaurus Antunesi é uma espécie única no país e foi descoberta na Lourinhã, nos anos 80. Trata-se de um
dinossauro
carnívoro e bípede, que pode atingir os 8 metros de comprimento. O Dacentrurus Armatus era um
dinossauro herbívoro
e quadrúpede, atingindo os 5 metros de comprimento, possuía placas dorsais, espinhos na ponta da cauda e ombros.
É uma espécie mais comum em Portugal existindo também em Espanha, França e Reino Unido.
O Museu da Lourinhã
tornou-se conhecido por ter sido encontrado neste concelho um ninho com ovos contendo embriões de dinossáurios
únicos na Europa.
